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terça-feira, 1 de novembro de 2011

MORRER NÃO É DEIXAR DE EXISTIR


A sabedoria oriental também ensina que a nossa essência fundamental é o espírito. O espírito não morre jamais. Se semearmos boas sementes ao longo da vida não há o que temermos, a colheita será boa.

Quando alguém que amamos profundamente deixa esta dimensão sentimos muita amargura e tristeza pela perda e se a morte é súbita a dor é maior ainda. Infelizmente Isso faz parte da vida e é da natureza humana sentir com profundo pesar tal evento, mas uma  reflexão sobre a vida e seu real significado pode nos ajudar a vencer o trauma.

  

Com os sábios do oriente aprendemos o não-apego as coisas materiais, isso não quer dizer que devemos desprezar as coisas e pessoas a nossa volta, mas a não basear a nossa esperança  em  valores passageiros. 

A meta da existência é a evolução do espírito e para isso devemos buscar valores que transcendam o mundo material, a vida terrena é só uma escola e os que não a encaram assim terão que repetir certas etapas até que aprendam. 

Viver é como nadar contra as águas de um rio, um dia seremos vencidos e a isso chamar-se-á de morte, porém essencialmente morrer não é deixar de existir, mas uma mudança de estado e consciência. É uma  mudança de caminho ou simplesmente uma troca de roupa. Boa caminhada para você que já aprendeu esta lição!      

Extraido do livro Gotas do Extremo-Oriente - Prof. W.X.

MITO DA CAVERNA



O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna,foi escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

O mundo da caverna é o mundo das aparências que vivemos, as sombras são o que queremos (cremos) que seja verdade. (o mundo que vivemos é o mundo de mentiras, preconceitos, violência...) e a única forma de ver a verdade é por meio da filosofia( instrumento para a liberdade). O filósofo ( a luz) enxerga a verdade!

Todos somos convidados a sair da caverna, somos convidados a conhecer a verdade,mas cabe a cada um buscar ou não a verdade. Lembrar que quando ele retorna a caverna é espancado e morto se refere ao julgamento de Sócrates. O mundo luminoso da realidade se alcança  quando nos libertamos das correntes, que é tudo o que pensamos ser verdade (as aparências).

A fonte dessa luminosidade é a filosofia,a verdadeira luz da verdade. O despertar é a busca da verdade. Quem sai da caverna é aquele que busca a verdade, o filósofo; a verdade é o sol.

Será que é possível alguém chegar a conhecer a verdade última atrás da cortina da realidade?