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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Você Pode...


Você pode aceitar quem você é ou
Viver infeliz por não ser quem você gostaria.

Você pode assumir a sua individualidade ou
Se moldar ao que os outros querem que você seja.

Você pode deixar tudo como está para ver como é que fica ou
Dar o primeiro passo e começar a mudança.

Você pode amaldiçoar  o momento difícil que vive ou
Encarar a situação como uma oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece.

Você pode viver o presente de mãos dadas com a liberdade  ou
Continuar preso à um passado que lhe aprisiona.

A cegueira  não impediu John Milton de escrever
O maior poema inglês de todos os tempos, “O  Paraíso Perdido”.

A surdez não impediu Beethoven de escrever
Uma das mais belas sinfonias já escritas.

Renoir pintou grandes obras-primas,
Tendo o pincel amarrado em uma de suas mãos devido ao reumatismo.

Alexandre, o grande, era corcunda, no entanto com apenas 26 anos de idade
Já tinha estabelecido o seu grande império mundial.

Haendel tinha o lado direito do  corpo todo paralisado
Quando compôs sua grandiosa obra o coral “aleluia”.

Hellen Keller mesmo sendo cega e surda...
Chegou a ser uma das maiores escritoras  norte-americanas de todos os tempos.






Todos Fazemos Parte da Mesma Rede...


Todos os homens estão presos numa teia inescapável de mutualidade, entrelaçados num único tecido do destino. O que quer que afete a um diretamente, afeta a todos indiretamente.” Martin Luther King
“Minha vontade era sair gritando ante as queimadas que destroem as florestas.Como seria confinado num manicômio, decidi denunciar esses crimes através da arte.” Frans Krajcberg

“Árvores são poemas que a terra escreve para o céu. Nós a derrubamos e as transformamos em papel para registrar  nele todo o nosso vazio.”
Kahlil Gibran

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Um Pouco Sobre Nossas Origens



O homem sempre trouxe consigo a "angústia das origens". Esse tipo de sentimento reflete-se nas clássicas perguntas: "de onde vim? Para onde vou? Quem sou?"

 Estudos arqueológicos demonstraram que desde tempos bastante remotos, o homem já se preocupava em atribuir forças superiores aos fenômenos que não podia explicar. Essa "angústia" inerente ao homem é o resultado do reconhecimento de suas limitações diante das forças naturais (o vento, o mar, o sol, etc.) conjugado com o aparecimento da consciência, que desenvolveu questionamentos, tais como "existe vida após a morte?" ou "qual a finalidade da vida?"

A tais questões o homem nunca forneceu respostas satisfatórias, objetivamente. Mas, para aliviar a consciência, o homem passou a utilizar-se de um poderoso instrumento capaz de dirimir quaisquer dúvidas: a fé! Pela fé, o homem poderia responder a todas as questões e o desenvolvimento das religiões e do ocultismo tem um laço estreito com essas inquietantes indagações. Os primeiros homens dividiam-se em dois grupos: o grupo dos agrícolas e o grupo dos nômades.

Aos agrícolas cabia cultuar a terra e aprender a receber os frutos da mesma. As tribos agrícolas eram constituídas de homens que se fixavam num local e atribuíam à terra que os alimentava, uma série de poderes divinos. Como não compreendiam os mecanismos do plantio, do crescimento e da frutificação, tal qual hoje os conhecemos, atribuíam poderes divinos à Grande Mãe, a Terra, pela fartura. Desses povos advieram todos os mitos femininos que nos foram trazidos como herança desde tempos imemoriais (ex., Ísis, a deusa egípcia da fertilidade, também Inana-Ishtar dos povos mesopotâmicos).

Os nômades não tinham lugares fixos e viviam muito mais da caça e daquilo que podiam saquear dos agrícolas. Não tinham a mesma dedicação à terra que os agrícolas e seus cultos eram bem diferentes. Admiravam as estrelas e acreditavam que os verdadeiros deuses povoavam os céus.

Dos povos nômades vieram os deuses guerreiros e conquistadores. A idéia deu um deus castigador simbolizado pelo trovão. Das observações do firmamento surgiram várias crenças, deuses e até o templo, espaço sagrado onde fiéis se reúnem para seus rituais.
O termo "TEMPLUM" adveio de um quadrilátero imaginário que os antigos sacerdotes traçavam no céu, tomando como referência certas estrelas do firmamento. O que se passava dentro desse quadrilátero era motivo de análise e previsão: nuvens, voo dos pássaros, etc. Com o tempo, projetou-se esse espaço no chão e aí se faziam as previsões. Paredes foram edificadas no perímetro do quadrilátero e acima delas, o teto.

O termo "FANUM" representa aquilo que está dentro do templo, sagrado. "PROFANUN", consequentemente, representa o que está fora, ou seja, o não sagrado.

O próprio termo SAGRADO vem do latim SACER, que significa lugar marcado, delimitado. Com o passar do tempo, as religiões foram mudando e, com essas mudanças, houve alterações dos dogmas e dos objetos de adoração.

No início, o sol, as estrelas, o vento, a tempestade e outros fenômenos naturais poderiam ser considerados divindades, mas a evolução do conhecimento se encarregou de mudar muitas crenças. As primeiras manifestações religiosas estavam ligadas ao primitivo ANIMISMO. Nessa prática, os antigos acreditavam que, atrás de forças - hoje conhecidas e consideradas naturais - haviam deuses ocultos.

Os animistas cultuavam como deuses o céu, a lua, o sol, os animais, etc. O Animismo evoluiu para o TOTEMISMO, que caracteriza-se:

a) Pela estreita ligação de um determinado grupo humano (CLÃ) a uma espécie animal ou vegetal ou, ainda, a uma classe de objetos;

b) Pela edificação de um monumento (TOTEM), representante do grupo humano;

c) Pelo nome que se atribuía aos membros, derivado da espécie ou objeto que o CLÃ representava (Exemplos: os ursos, os castores, os corvos, etc.);

 d) Pelos rituais e procedimentos sociais que exprimiam suas crenças. Além de animais, vegetais ou objetos diversos ( a madeira, a água, etc.), os totemistas podiam divinizar também um antepassado querido, um bem-feitor ou um herói imaginário ou real). É um texto muito curto para um tema tão profundo, mas é só para início de conversa.

Eliphaz Levy

Abrçs!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

MORRER NÃO É DEIXAR DE EXISTIR


A sabedoria oriental também ensina que a nossa essência fundamental é o espírito. O espírito não morre jamais. Se semearmos boas sementes ao longo da vida não há o que temermos, a colheita será boa.

Quando alguém que amamos profundamente deixa esta dimensão sentimos muita amargura e tristeza pela perda e se a morte é súbita a dor é maior ainda. Infelizmente Isso faz parte da vida e é da natureza humana sentir com profundo pesar tal evento, mas uma  reflexão sobre a vida e seu real significado pode nos ajudar a vencer o trauma.

  

Com os sábios do oriente aprendemos o não-apego as coisas materiais, isso não quer dizer que devemos desprezar as coisas e pessoas a nossa volta, mas a não basear a nossa esperança  em  valores passageiros. 

A meta da existência é a evolução do espírito e para isso devemos buscar valores que transcendam o mundo material, a vida terrena é só uma escola e os que não a encaram assim terão que repetir certas etapas até que aprendam. 

Viver é como nadar contra as águas de um rio, um dia seremos vencidos e a isso chamar-se-á de morte, porém essencialmente morrer não é deixar de existir, mas uma mudança de estado e consciência. É uma  mudança de caminho ou simplesmente uma troca de roupa. Boa caminhada para você que já aprendeu esta lição!      

Extraido do livro Gotas do Extremo-Oriente - Prof. W.X.

MITO DA CAVERNA



O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna,foi escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

O mundo da caverna é o mundo das aparências que vivemos, as sombras são o que queremos (cremos) que seja verdade. (o mundo que vivemos é o mundo de mentiras, preconceitos, violência...) e a única forma de ver a verdade é por meio da filosofia( instrumento para a liberdade). O filósofo ( a luz) enxerga a verdade!

Todos somos convidados a sair da caverna, somos convidados a conhecer a verdade,mas cabe a cada um buscar ou não a verdade. Lembrar que quando ele retorna a caverna é espancado e morto se refere ao julgamento de Sócrates. O mundo luminoso da realidade se alcança  quando nos libertamos das correntes, que é tudo o que pensamos ser verdade (as aparências).

A fonte dessa luminosidade é a filosofia,a verdadeira luz da verdade. O despertar é a busca da verdade. Quem sai da caverna é aquele que busca a verdade, o filósofo; a verdade é o sol.

Será que é possível alguém chegar a conhecer a verdade última atrás da cortina da realidade?